<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:admin="http://webns.net/mvcb/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
	<channel>
		<title>Blog da Ivanir</title>
		<link>http://ivanirgebert.blog.terra.com.br</link>
		<description>Quem sou eu?
ESTE MOMENTO...</description>
		<language>pt-BR</language>
		<docs>http://backend.userland.com/rss</docs>
		<admin:generatorAgent rdf:resource="www.terra.com.br"/>
		<ttl>60</ttl>
		<guid isPermaLink="false">@</guid>
		<category>Escolas e Faculdades</category>
		<item>
			<title>Dr. Cuidado</title>
			<link>http://ivanirgebert.blog.terra.com.br/dr_cuidado</link>
			<pubDate>26.11.07</pubDate>
			
			<description>
O trabalho faz parte do projeto de responsabilidade social da Unimed, e tem como objetivo levar alegria por meio de brincadeiras.
Pelos corredores do hospital caminha o Dr. Cuidado, ele vai visitar seus pacientes. Um jaleco branco, uma maleta, um estetosc&#243;pio (para escutar o cora&#231;&#227;o do paciente), e muita alegria para oferecer. Em sua consulta ele d&#225; algumas receitas para ser feliz. Medicamentos, ele s&#243; receita para a alma, que s&#227;o colocados dentro de c&#225;psulas, e cont&#234;m mensagens de otimismo. Ele mesmo l&#234; para os pacientes. No final da brincadeira fica o conforto, a esperan&#231;a, a auto-estima elevada. &#8220;Foi uma experi&#234;ncia positiva, o resultado foi comprovado no sorriso dos pacientes, por alguns instantes eles se sentiram mais felizes, motivados, como se n&#227;o estivessem dentro de um hospital. Este trabalho humaniza o atendimento&#8221;, observou a diretora administrativa do Hospital e Maternidade Nossa Senhora da Luz, Irm&#227; Odila Ganzer. A Maternidade foi o primeiro hospital, entre os hospitais dos 12 munic&#237;pios da &#225;rea de a&#231;&#227;o da Unimed, a receber a primeira visita do Dr. Cuidado. Em entrevista, o Dr. Cuidado disse estar muito feliz com este trabalho. &#8220;Foi um presente este personagem, porque no in&#237;cio da minha carreira eu j&#225; fiz trabalhos dentro de hospitais&#8221;, conta. De acordo com o artista, em S&#227;o Paulo existe um movimento muito grande chamado Doutores da Alegria, em que ele teve a oportunidade de trabalhar se apresentando como m&#237;mico. &#8220;O resultado? A arte quando bem elaborada, dentro dos seus limites, por meio da imagem, do movimento das minhas m&#227;os, dos detalhes, das brincadeiras, voc&#234; consegue o riso, com isso voc&#234; est&#225; fazendo um trabalho terap&#234;utico com o paciente que est&#225; no hospital. &#201; fant&#225;stico enquanto artista proporcionar momentos de alegria a essas pessoas&#8221;, observou.
O DR. CUIDADO&#201; um personagem interpretado pelo m&#237;mico Everton Ferre, artista que optou pela m&#237;mica cl&#225;ssica, considerado hoje o m&#237;mico mais antigo do Brasil em atividade. Everton Ferre &#233; disc&#237;pulo do m&#237;mico mais antigo do mundo, o peruano Jorge Acu&#241;a, que herdou o t&#237;tulo ap&#243;s a morte de seu professor, o franc&#234;s Marcel Marceau, o m&#237;mico mais famoso do mundo. Foi no Peru que Everton estudou m&#237;mica cl&#225;ssica, uma escola tradicional que hoje est&#225; localizada em Estocolmo, na Su&#233;cia. Durante 25 anos de carreira, Everton Ferre j&#225; se apresentou em todos os pa&#237;ses da Am&#233;rica Central e do Sul, e no Brasil, em todos os Estados. O artista que j&#225; lotou teatros como o Gua&#237;ra, em Curitiba, o Teatro do SESI em S&#227;o Paulo, o Teatro Maranh&#227;o, um dos mais antigos do Brasil, disse gostar de trabalhar em hospitais, em escolas, feiras e nas ruas. &#8220;Ainda hoje, quando vou a Curitiba, gosto de trabalhar na rua, ver a alegria das pessoas, trabalhei durante muito tempo naquela cidade&#8221;, revela o m&#237;mico. Everton Ferre mora em Medianeira. Em suas apresenta&#231;&#245;es faz quest&#227;o de levar o nome da cidade. &#8220;&#201; um interc&#226;mbio cultural, falo dos nossos costumes, dos nossos projetos. Meu nome sempre estar&#225; ligado &#224; cidade onde vivo&#8221;, complementa.</description>
			</item>
		<item>
			<title>Teatro do Semear</title>
			<link>http://ivanirgebert.blog.terra.com.br/teatro_do_semear</link>
			<pubDate>26.11.07</pubDate>
			
			<description>
Teatro do Semear incentiva alunos &#224; leitura
A pe&#231;a de teatro &#8220;Sementinha vai &#224; Biblioteca&#8221;, criado pelos alunos do Semear, sob orienta&#231;&#227;o da atriz Wynia Lopez, &#233; apresentada aos alunos da escola municipal Carlos Lacerda, em uma tarde de encantos sobre o fascinante mundo da leitura. O teatro foi criado com o objetivo de arrecadar livros para montar uma biblioteca na entidade Semear, localizada no Bairro Belo Horizonte, em Medianeira, que atende 150 alunos, que buscam aprendizado nas aulas de bordado, dan&#231;a, m&#250;sica, inform&#225;tica e teatro. Conforme Wynia, o trabalho tem um resultado fant&#225;stico. Os textos s&#227;o escritos por ela e adaptados &#224; realidade do p&#250;blico. &#8220;Sempre saem uns trabalhos bonitos, e os alunos se comprometem com as apresenta&#231;&#245;es. Foi preciso dedica&#231;&#227;o para colocar em pr&#225;tica a nossa id&#233;ia e montar um espet&#225;culo de incentivo &#224; leitura&#8221;. Para a atriz, &#233; muito importante ter uma biblioteca na entidade, por considerar a leitura a base do conhecimento. Wynia tamb&#233;m revelou que descobriu em Medianeira a import&#226;ncia de se fazer arte buscando a inclus&#227;o social. &#8220;Estou aprendendo a ver a arte aqui de forma diferente. Meus alunos nunca foram ao teatro, &#233; um trabalho simples, lento, mas o resultado &#233; maravilhoso&#8221;, observa. Para os alunos do Semear, que se apresentaram naquela tarde, Bruno Pereira Brand, Jaqueline Almeida de Barros e Roselaine Chaves Nunes, a arte e a cultura mudaram suas vidas, est&#227;o mais extrovertidos, e se sentem felizes por incentivar outras crian&#231;as no h&#225;bito da leitura. &#8220;Apresenta&#231;&#245;es como est&#225; complementam o que ensinamos em sala de aula. Incentivar o aluno a ler &#233; muito bom, porque a leitura desperta o senso cr&#237;tico, aumenta o conhecimento, e quanto mais o aluno l&#234;, melhor ele escreve. O teatro tem um prop&#243;sito, que &#233; montar a biblioteca dos alunos do Semear, por meio de doa&#231;&#245;es&#8221;, aponta a diretora da escola Carlos Lacerda, Dulce F&#225;tima de Barba. </description>
			</item>
		<item>
			<title>Jornalismo Cultural</title>
			<link>http://ivanirgebert.blog.terra.com.br/jornalismo_cultural</link>
			<pubDate>15.10.07</pubDate>
			
			<description>O escritor Jorge Rivera, em seu livro El periodismo cultural, traz uma defini&#231;&#227;o mais abrangente para jornalismo cultural [...] uma zona muito complexa e heterog&#234;nea de meios, g&#234;neros e produtos que abordam com prop&#243;sitos criativos, cr&#237;ticos, reprodutivos ou divulgat&#243;rios os terrenos das &#8216;belas artes&#8217;, as &#8216;belas letras&#8217;, as correntes do pensamento, as ci&#234;ncias sociais e humanas, a chamada cultura popular e muitos outros aspectos que t&#234;m a ver com a produ&#231;&#227;o, circula&#231;&#227;o e consumo de bens simb&#243;licos, sem importar sua origem ou destina&#231;&#227;o (RIVERA, 2003, p. 19). Para entender melhor, devemos analisar o Jornalismo Cultural al&#233;m da divulga&#231;&#227;o dos acontecimentos ligados &#224; pintura, teatro, m&#250;sica, cinema e livros. &#201; preciso estender o olhar para a cultura popular, o comportamento social, a manifesta&#231;&#227;o das id&#233;ias, os acontecimentos do cotidiano, muitas vezes n&#227;o divulgados pela m&#237;dia. O profissional que atua na &#225;rea deve ir al&#233;m da divulga&#231;&#227;o dos acontecimentos que movimentam a agenda, ou que se limitam apenas ao comportamento ditado pela ind&#250;stria cultural. O jornalista Breno Castro Alves, em entrevista publicada no site Comunique-se, em Os Desafios do jornalista que cobre cultura, aborda o esfor&#231;o e a dedica&#231;&#227;o que o jornalista deve ter. &#8220;Essa vertente [a do jornalismo cultural] se prop&#245;e a cumprir a tarefa de cobrir, analisar e relatar os principais expoentes da produ&#231;&#227;o cultural do g&#234;nero humano, em &#225;reas t&#227;o diversas quanto dan&#231;a, artes pl&#225;sticas, teatro, m&#250;sica ou cinema e em regi&#245;es que v&#227;o desde o sert&#227;o nordestino at&#233; as estepes russas&#8221;, diz o trecho da entrevista. O livro Jornalismo Cultural escrito por Daniel Piza, editor-executivo e colunista do Caderno2 do Estado de S&#227;o Paulo, mostra que o jornalismo nesta &#225;rea tem a fun&#231;&#227;o de seduzir o leitor e tamb&#233;m de influenci&#225;-lo, estimulando-o a pensar. O pesquisador Heron Vargas aponta para o fato de que, quando se fala em Jornalismo Cultural, as pessoas ficam atreladas &#224; id&#233;ia de produ&#231;&#227;o jornal&#237;stica para um p&#250;blico informado, erudito. Na verdade, segundo ele, a produ&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o na &#225;rea de cultura deveria ser mais ampla, mais profunda e mais cr&#237;tica. O autor ainda alerta para as quest&#245;es da modernidade, da corrida contra o tempo e os problemas que a produ&#231;&#227;o e a tecnologia imp&#245;em sobre o fazer jornalismo cultural. O jornalista e professor Manuel Carlos Chaparro, em um artigo assinado em 1998 e divulgado na internet, comenta que o jornalismo deve evoluir com a tecnologia, mas atrelado sempre &#224;s id&#233;ias de que o homem &#233; um criador potencial de informa&#231;&#245;es e produ&#231;&#227;o de cultura, e que o bom jornalismo n&#227;o pode estar ligado somente aos bens de consumo da sociedade atual. S&#233;rgio Rodrigues aponta algumas sa&#237;das para a elabora&#231;&#227;o de um bom trabalho. Ele relaciona os cuidados com as fontes, alerta para um maior investimento na qualifica&#231;&#227;o intelectual dos jornalistas e principalmente mais aten&#231;&#227;o &#224;s &#225;reas que n&#227;o est&#227;o sendo cobertas ou pouco citadas. &#8220;Criatividade nas pautas e nas coberturas, uma certa coragem de ir contra o p&#250;blico, ou seja, uma coragem de mostrar ao leitor coisas importantes e interessantes, diferentes daquilo a que ele est&#225; acostumado ou que deseja ver, ler e ouvir&#8221;. (RODRIGUES, 2004). Jornalismo Cultural deve ser observado por meio de um olhar mais cr&#237;tico, mais abrangente e menos industrial. A cultura n&#227;o pode ser analisada apenas na cobertura de eventos. A vis&#227;o mais ampla da produ&#231;&#227;o jornal&#237;stica e dos assuntos voltados &#224; cultura mostrar&#225; um mundo de diferentes interpreta&#231;&#245;es, gerando novos conhecimentos. </description>
			</item>
		<item>
			<title>An&#225;lises dos sites</title>
			<link>http://ivanirgebert.blog.terra.com.br/analises_dos_sites</link>
			<pubDate>12.09.07</pubDate>
			
			<description>http://mediaon.terra.com.br O site fala sobre o 1&#186; Semin&#225;rio Internacional de Jornalismo Online, que aconteceu em S&#227;o Paulo, nos dias 12, 13 e 14 de junho de 2007. O evento contou com a presen&#231;a de v&#225;rios palestrantes, e discutiu v&#225;rios temas: - O Futuro do Jornalismo Online - Novos h&#225;bitos no consumo de informa&#231;&#227;o - A informa&#231;&#227;o e as novas tecnologias - Mudan&#231;a na forma&#231;&#227;o e atua&#231;&#227;o do jornalista - Comunidades e informa&#231;&#227;o: quais s&#227;o as vozes independentes da internet - A constru&#231;&#227;o do conte&#250;do e o jornalismo colaborativo - Desafios para a m&#237;dia tradicional. As palestras podem ser baixadas no site do Mediaon, o que facilita o estudo e conhecimento dos&#160;temas discutidos no evento, principalmente porque trata bem o assunto que estamos estudando em sala de aula. http://www.facom.ufba.br/jol/ O Grupo de Pesquisa em Jornalismo On-line, integrante do Centro de Estudos de Cibercultura, tem como objetivo realizar pesquisas e desenvolver inova&#231;&#227;o tecnol&#243;gica de ponta no campo do jornalismo nas redes digitais. N&#250;cleo de Excel&#234;ncia nesta &#225;rea, o GJOL lidera a Rede Latino-americana para o desenvolvimento de software jornal&#237;stico para as redes de banda larga, financiada pelo CNPq e pela Fapesb. Pioneiro no Brasil, o GJOL- (http://www.facom.ufba.br/jol) desenvolve pesquisas neste campo estrat&#233;gico desde 1995, conduzidas pelos professores Marcos Palacios e Elias Machado, dentro do Programa de P&#243;s-Gradua&#231;&#227;o em Comunica&#231;&#227;o e Cultura Contempor&#226;neas da FACOM / UFBA e como parte integrante do Centro de Estudos de Cibercultura, da Universidade Federal da Bahia.O site cont&#234;m v&#225;rias teses sobre o assunto, que s&#227;o muito importantes para o estudo em jornalismo online. Vale a pena conhecer esses estudos, cujos pesquisadores s&#227;o refer&#234;ncia no Brasil. http://www.labcom.ubi.pt/O site aborda diversos assuntos do jornalismo online. O laborat&#243;rio de Comunica&#231;&#227;o Online traz diversos artigos sobre as pesquisas feitas recentementes. No link para a biblioteca online de ci&#234;ncias da comunica&#231;&#227;o, voc&#234; encontra livros publicados pela labcom e tem acesso a diversas publica&#231;&#245;es. Um acervo sobre v&#225;rios temas num s&#243; local, f&#225;cil de acessar, por isso&#160;facilita a pesquisa.Todos os sites visitados t&#234;m boa estrutura, com hipertextos e hiperlinks. F&#225;cil navega&#231;&#227;o.</description>
			</item>
		<item>
			<title>Sim, n&#243;s temos banana!</title>
			<link>http://ivanirgebert.blog.terra.com.br/sim_nos_temos_banana</link>
			<pubDate>12.09.07</pubDate>
			
			<description>&#8220;Yes! N&#243;s temos bananas. Bananas pra dar e vender&#8221;. Na voz de Braguinha e Alberto Ribeiro, a marchinha marcou o carnaval de 1938. A m&#250;sica antecipou os temas do movimento cultural Tropicalismo no Brasil. Por ser uma das frutas mais produzidas no pa&#237;s, acabou virando estrofes de poesias, de composi&#231;&#245;es e foi usada tamb&#233;m como enfeite na cabe&#231;a da cantora Carmem Miranda, outro s&#237;mbolo da m&#250;sica brasileira. No Oeste do Paran&#225;, em Medianeira, a fruta se destacou. Numa regi&#227;o onde predonima o cultivo da soja e milho, agricultor aposta na produ&#231;&#227;o que tem destino certo. Recentemente os alunos da rede municipal de ensino puderam falar, sim, n&#243;s temos bananas! O alimento se tornou mais um refor&#231;o na alimenta&#231;&#227;o: a banana foi inclu&#237;da no card&#225;pio da merenda escolar. A fruta &#233; produzida na propriedade de 1,5 alqueire de Pedro Viar, em Recreio Para&#237;so. O cultivo come&#231;ou h&#225; 10 anos, conta Marciano Belini, respons&#225;vel pelo bananal. &#201; ele quem colhe, sozinho, os cachos de aproximadamente 10 mil p&#233;s de banana prata plantados, variedade mais consumida no Brasil. &#201; ele tamb&#233;m quem explica o processo de produ&#231;&#227;o. Conforme Marciano, &#8220;a planta leva um ano para produzir um cacho pronto para a colheita, mas em &#233;poca de chuva boa, em oito meses j&#225; est&#225; boa&#8221;. Cada p&#233; produz uma &#250;nica vez, e &#233; derrubado depois de colhido para dar lugar &#224; forma&#231;&#227;o de outro broto. S&#227;o sempre tr&#234;s p&#233;s juntos, sistema a que o bananicultor chama de &#8220;a m&#227;e, o filho e o neto&#8221;. &#201; o pr&#243;prio p&#233; que produz o broto, que deve ser &#250;nico. &#8220;Os excedentes tem que arrancar&#8221;, observa Marciano, e justifica: &#8220;para n&#227;o dividir os nutrientes e prejudicar o desenvolvimento da planta&#8221;. Como a produ&#231;&#227;o n&#227;o disp&#245;e de sistema de irriga&#231;&#227;o, &#233; preciso contar com S&#227;o Pedro para garantir a colheita. &#8220;A banana ag&#252;enta at&#233; 60 dias de seca, at&#233; porque 90% dela &#233; &#225;gua. Mas, gra&#231;as a Deus, ultimamente n&#227;o passa de um m&#234;s sem chover&#8221;, aponta. No per&#237;odo de safra, entre os meses de agosto e setembro, o produtor chega a colher cerca de 10 mil kg da fruta. &#8220;Disso pra mais. J&#225; cheguei a tirar 20 mil kg&#8221;, lembra. Hoje quase toda produ&#231;&#227;o &#233; entregue &#224; merenda escolar, poucos cachos abastecem mercados locais. &#8220;Ano passado entregava nas casas, casa por casa, para n&#227;o perder o produto. &#201; triste voc&#234; ver o produto se perdendo na ro&#231;a. Agora tenho 6 mil kg encomendados para entrega&#8221;. A pre&#231;o de banana Pela caixa de 20 kg da fruta Marciano ganha R$ 15,00. Nos mercados o produto &#233; entregue por R$ 0,75 o quilo. &#8220;&#201; barato, h&#225; 11 anos a banana est&#225; o mesmo pre&#231;o no mercado&#8221;, aponta. Benef&#237;cios Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&#225;ria (Embrapa), a cultura da banana ocupa o segundo lugar em volume de frutas produzidas no Brasil e a terceira posi&#231;&#227;o em &#225;rea colhida. E entre as frutas mais consumidas nos domic&#237;lios das principais regi&#245;es metropolitanas do pa&#237;s, a banana s&#243; &#233; superada pela laranja. Consumida em todas as camadas da popula&#231;&#227;o, a banana se faz presente na mesa dos brasileiros como um alimento, n&#227;o apenas como sobremesa. Considerada como fruta de prefer&#234;ncia popular e como a mais importante fruta tropical, a banana apresenta alto valor nutritivo. &#8220;&#201; um alimento energ&#233;tico, rico em carbohidratos, sais minerais, como s&#243;dio, magn&#233;sio, f&#243;sforo e, especialmente, pot&#225;ssio. Apresenta predomin&#226;ncia de vitamina A e C, contendo tamb&#233;m as vitaminas B1, B2 e B6, cont&#233;m pouca prote&#237;na e gordura&#8221;, aponta a nutricionista Silvia Let&#237;cia Alexius, respons&#225;vel pela merenda das escolas do munic&#237;pio de Medianeira. Empregos No Brasil, o setor gera mais de 500.000 empregos diretos. Segundo dados do IBGE, no ano de 2001, a cultura foi a segunda mais produzida, ficando atr&#225;s somente da laranja. Apresentou uma &#225;rea colhida de 510.313 ha, com uma produ&#231;&#227;o de 6.177.293 toneladas de frutos, o que correspondeu a um volume de neg&#243;cios superior a 1 bilh&#227;o e oitocentos milh&#245;es de reais no mesmo ano. Variedades Existem quatro tipos principais de variedades de banana: banana prata, banana-ma&#231;a, caturra ou banana-d&#180;&#225;gua e a banana-terra. </description>
			</item>
			</channel>
</rss>