Blog da Ivanir

Quem sou eu? ESTE MOMENTO...

Blog da Ivanir

Quem sou eu? ESTE MOMENTO...
<  Março 2009  >
S T Q Q S S D
            1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30 31          
Buscar
Receba os posts
Terra Blog

26.11.07

Dr. Cuidado

O trabalho faz parte do projeto de responsabilidade social da Unimed, e tem como objetivo levar alegria por meio de brincadeiras.

Pelos corredores do hospital caminha o Dr. Cuidado, ele vai visitar seus pacientes. Um jaleco branco, uma maleta, um estetoscópio (para escutar o coração do paciente), e muita alegria para oferecer. Em sua consulta ele dá algumas receitas para ser feliz. Medicamentos, ele só receita para a alma, que são colocados dentro de cápsulas, e contêm mensagens de otimismo. Ele mesmo lê para os pacientes. No final da brincadeira fica o conforto, a esperança, a auto-estima elevada.
“Foi uma experiência positiva, o resultado foi comprovado no sorriso dos pacientes, por alguns instantes eles se sentiram mais felizes, motivados, como se não estivessem dentro de um hospital. Este trabalho humaniza o atendimento”, observou a diretora administrativa do Hospital e Maternidade Nossa Senhora da Luz, Irmã Odila Ganzer. A Maternidade foi o primeiro hospital, entre os hospitais dos 12 municípios da área de ação da Unimed, a receber a primeira visita do Dr. Cuidado.
Em entrevista, o Dr. Cuidado disse estar muito feliz com este trabalho. “Foi um presente este personagem, porque no início da minha carreira eu já fiz trabalhos dentro de hospitais”, conta. De acordo com o artista, em São Paulo existe um movimento muito grande chamado Doutores da Alegria, em que ele teve a oportunidade de trabalhar se apresentando como mímico.
“O resultado? A arte quando bem elaborada, dentro dos seus limites, por meio da imagem, do movimento das minhas mãos, dos detalhes, das brincadeiras, você consegue o riso, com isso você está fazendo um trabalho terapêutico com o paciente que está no hospital. É fantástico enquanto artista proporcionar momentos de alegria a essas pessoas”, observou.

O DR. CUIDADO
É um personagem interpretado pelo mímico Everton Ferre, artista que optou pela mímica clássica, considerado hoje o mímico mais antigo do Brasil em atividade.
Everton Ferre é discípulo do mímico mais antigo do mundo, o peruano Jorge Acuña, que herdou o título após a morte de seu professor, o francês Marcel Marceau, o mímico mais famoso do mundo. Foi no Peru que Everton estudou mímica clássica, uma escola tradicional que hoje está localizada em Estocolmo, na Suécia.
Durante 25 anos de carreira, Everton Ferre já se apresentou em todos os países da América Central e do Sul, e no Brasil, em todos os Estados. O artista que já lotou teatros como o Guaíra, em Curitiba, o Teatro do SESI em São Paulo, o Teatro Maranhão, um dos mais antigos do Brasil, disse gostar de trabalhar em hospitais, em escolas, feiras e nas ruas. “Ainda hoje, quando vou a Curitiba, gosto de trabalhar na rua, ver a alegria das pessoas, trabalhei durante muito tempo naquela cidade”, revela o mímico.
Everton Ferre mora em Medianeira. Em suas apresentações faz questão de levar o nome da cidade. “É um intercâmbio cultural, falo dos nossos costumes, dos nossos projetos. Meu nome sempre estará ligado à cidade onde vivo”, complementa.

  • criado por  ivanirgebert criado por ivanirgebert
  • Postado em 20:09:10

Teatro do Semear

Teatro do Semear incentiva alunos à leitura

A peça de teatro “Sementinha vai à Biblioteca”, criado pelos alunos do Semear, sob orientação da atriz Wynia Lopez, é apresentada aos alunos da escola municipal Carlos Lacerda, em uma tarde de encantos sobre o fascinante mundo da leitura.
O teatro foi criado com o objetivo de arrecadar livros para montar uma biblioteca na entidade Semear, localizada no Bairro Belo Horizonte, em Medianeira, que atende 150 alunos, que buscam aprendizado nas aulas de bordado, dança, música, informática e teatro.
Conforme Wynia, o trabalho tem um resultado fantástico. Os textos são escritos por ela e adaptados à realidade do público. “Sempre saem uns trabalhos bonitos, e os alunos se comprometem com as apresentações. Foi preciso dedicação para colocar em prática a nossa idéia e montar um espetáculo de incentivo à leitura”. Para a atriz, é muito importante ter uma biblioteca na entidade, por considerar a leitura a base do conhecimento.
Wynia também revelou que descobriu em Medianeira a importância de se fazer arte buscando a inclusão social. “Estou aprendendo a ver a arte aqui de forma diferente. Meus alunos nunca foram ao teatro, é um trabalho simples, lento, mas o resultado é maravilhoso”, observa.
Para os alunos do Semear, que se apresentaram naquela tarde, Bruno Pereira Brand, Jaqueline Almeida de Barros e Roselaine Chaves Nunes, a arte e a cultura mudaram suas vidas, estão mais extrovertidos, e se sentem felizes por incentivar outras crianças no hábito da leitura.
“Apresentações como está complementam o que ensinamos em sala de aula. Incentivar o aluno a ler é muito bom, porque a leitura desperta o senso crítico, aumenta o conhecimento, e quanto mais o aluno lê, melhor ele escreve. O teatro tem um propósito, que é montar a biblioteca dos alunos do Semear, por meio de doações”, aponta a diretora da escola Carlos Lacerda, Dulce Fátima de Barba.

  • criado por  ivanirgebert criado por ivanirgebert
  • Postado em 19:57:43

15.10.07

Jornalismo Cultural

O escritor Jorge Rivera, em seu livro El periodismo cultural, traz uma definição mais abrangente para jornalismo cultural [...] uma zona muito complexa e heterogênea de meios, gêneros e produtos que abordam com propósitos criativos, críticos, reprodutivos ou divulgatórios os terrenos das ‘belas artes’, as ‘belas letras’, as correntes do pensamento, as ciências sociais e humanas, a chamada cultura popular e muitos outros aspectos que têm a ver com a produção, circulação e consumo de bens simbólicos, sem importar sua origem ou destinação (RIVERA, 2003, p. 19).
Para entender melhor, devemos analisar o Jornalismo Cultural além da divulgação dos acontecimentos ligados à pintura, teatro, música, cinema e livros. É preciso estender o olhar para a cultura popular, o comportamento social, a manifestação das idéias, os acontecimentos do cotidiano, muitas vezes não divulgados pela mídia. O profissional que atua na área deve ir além da divulgação dos acontecimentos que movimentam a agenda, ou que se limitam apenas ao comportamento ditado pela indústria cultural.
O jornalista Breno Castro Alves, em entrevista publicada no site Comunique-se, em Os Desafios do jornalista que cobre cultura, aborda o esforço e a dedicação que o jornalista deve ter. “Essa vertente [a do jornalismo cultural] se propõe a cumprir a tarefa de cobrir, analisar e relatar os principais expoentes da produção cultural do gênero humano, em áreas tão diversas quanto dança, artes plásticas, teatro, música ou cinema e em regiões que vão desde o sertão nordestino até as estepes russas”, diz o trecho da entrevista.
O livro Jornalismo Cultural escrito por Daniel Piza, editor-executivo e colunista do Caderno2 do Estado de São Paulo, mostra que o jornalismo nesta área tem a função de seduzir o leitor e também de influenciá-lo, estimulando-o a pensar.
O pesquisador Heron Vargas aponta para o fato de que, quando se fala em Jornalismo Cultural, as pessoas ficam atreladas à idéia de produção jornalística para um público informado, erudito. Na verdade, segundo ele, a produção da informação na área de cultura deveria ser mais ampla, mais profunda e mais crítica. O autor ainda alerta para as questões da modernidade, da corrida contra o tempo e os problemas que a produção e a tecnologia impõem sobre o fazer jornalismo cultural.
O jornalista e professor Manuel Carlos Chaparro, em um artigo assinado em 1998 e divulgado na internet, comenta que o jornalismo deve evoluir com a tecnologia, mas atrelado sempre às idéias de que o homem é um criador potencial de informações e produção de cultura, e que o bom jornalismo não pode estar ligado somente aos bens de consumo da sociedade atual.
Sérgio Rodrigues aponta algumas saídas para a elaboração de um bom trabalho. Ele relaciona os cuidados com as fontes, alerta para um maior investimento na qualificação intelectual dos jornalistas e principalmente mais atenção às áreas que não estão sendo cobertas ou pouco citadas. “Criatividade nas pautas e nas coberturas, uma certa coragem de ir contra o público, ou seja, uma coragem de mostrar ao leitor coisas importantes e interessantes, diferentes daquilo a que ele está acostumado ou que deseja ver, ler e ouvir”. (RODRIGUES, 2004).
Jornalismo Cultural deve ser observado por meio de um olhar mais crítico, mais abrangente e menos industrial. A cultura não pode ser analisada apenas na cobertura de eventos. A visão mais ampla da produção jornalística e dos assuntos voltados à cultura mostrará um mundo de diferentes interpretações, gerando novos conhecimentos.
  • criado por  ivanirgebert criado por ivanirgebert
  • Postado em 17:46:10

12.09.07

Análises dos sites

http://mediaon.terra.com.br
O site fala sobre o 1º Seminário Internacional de Jornalismo Online, que aconteceu em São Paulo, nos dias 12, 13 e 14 de junho de 2007. O evento contou com a presença de vários palestrantes, e discutiu vários temas:
- O Futuro do Jornalismo Online - Novos hábitos no consumo de informação - A informação e as novas tecnologias
- Mudança na formação e atuação do jornalista
- Comunidades e informação: quais são as vozes independentes da internet
- A construção do conteúdo e o jornalismo colaborativo
- Desafios para a mídia tradicional.
As palestras podem ser baixadas no site do Mediaon, o que facilita o estudo e conhecimento dos temas discutidos no evento, principalmente porque trata bem o assunto que estamos estudando em sala de aula.

http://www.facom.ufba.br/jol/
O Grupo de Pesquisa em Jornalismo On-line, integrante do Centro de Estudos de Cibercultura, tem como objetivo realizar pesquisas e desenvolver inovação tecnológica de ponta no campo do jornalismo nas redes digitais. Núcleo de Excelência nesta área, o GJOL lidera a Rede Latino-americana para o desenvolvimento de software jornalístico para as redes de banda larga, financiada pelo CNPq e pela Fapesb. Pioneiro no Brasil, o GJOL- (http://www.facom.ufba.br/jol) desenvolve pesquisas neste campo estratégico desde 1995, conduzidas pelos professores Marcos Palacios e Elias Machado, dentro do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da FACOM / UFBA e como parte integrante do Centro de Estudos de Cibercultura, da Universidade Federal da Bahia.
O site contêm várias teses sobre o assunto, que são muito importantes para o estudo em jornalismo online. Vale a pena conhecer esses estudos, cujos pesquisadores são referência no Brasil.

http://www.labcom.ubi.pt/
O site aborda diversos assuntos do jornalismo online. O laboratório de Comunicação Online traz diversos artigos sobre as pesquisas feitas recentementes. No link para a biblioteca online de ciências da comunicação, você encontra livros publicados pela labcom e tem acesso a diversas publicações. Um acervo sobre vários temas num só local, fácil de acessar, por isso facilita a pesquisa.

Todos os sites visitados têm boa estrutura, com hipertextos e hiperlinks. Fácil navegação.
  • criado por  ivanirgebert criado por ivanirgebert
  • Postado em 22:12:22

Sim, nós temos banana!

“Yes! Nós temos bananas. Bananas pra dar e vender”. Na voz de Braguinha e Alberto Ribeiro, a marchinha marcou o carnaval de 1938. A música antecipou os temas do movimento cultural Tropicalismo no Brasil. Por ser uma das frutas mais produzidas no país, acabou virando estrofes de poesias, de composições e foi usada também como enfeite na cabeça da cantora Carmem Miranda, outro símbolo da música brasileira.
No Oeste do Paraná, em Medianeira, a fruta se destacou. Numa região onde predonima o cultivo da soja e milho, agricultor aposta na produção que tem destino certo. Recentemente os alunos da rede municipal de ensino puderam falar, sim, nós temos bananas! O alimento se tornou mais um reforço na alimentação: a banana foi incluída no cardápio da merenda escolar. A fruta é produzida na propriedade de 1,5 alqueire de Pedro Viar, em Recreio Paraíso.
O cultivo começou há 10 anos, conta Marciano Belini, responsável pelo bananal. É ele quem colhe, sozinho, os cachos de aproximadamente 10 mil pés de banana prata plantados, variedade mais consumida no Brasil.
É ele também quem explica o processo de produção. Conforme Marciano, “a planta leva um ano para produzir um cacho pronto para a colheita, mas em época de chuva boa, em oito meses já está boa”.
Cada pé produz uma única vez, e é derrubado depois de colhido para dar lugar à formação de outro broto. São sempre três pés juntos, sistema a que o bananicultor chama de “a mãe, o filho e o neto”. É o próprio pé que produz o broto, que deve ser único. “Os excedentes tem que arrancar”, observa Marciano, e justifica: “para não dividir os nutrientes e prejudicar o desenvolvimento da planta”.
Como a produção não dispõe de sistema de irrigação, é preciso contar com São Pedro para garantir a colheita. “A banana agüenta até 60 dias de seca, até porque 90% dela é água. Mas, graças a Deus, ultimamente não passa de um mês sem chover”, aponta.
No período de safra, entre os meses de agosto e setembro, o produtor chega a colher cerca de 10 mil kg da fruta. “Disso pra mais. Já cheguei a tirar 20 mil kg”, lembra. Hoje quase toda produção é entregue à merenda escolar, poucos cachos abastecem mercados locais. “Ano passado entregava nas casas, casa por casa, para não perder o produto. É triste você ver o produto se perdendo na roça. Agora tenho 6 mil kg encomendados para entrega”.
A preço de banana
Pela caixa de 20 kg da fruta Marciano ganha R$ 15,00. Nos mercados o produto é entregue por R$ 0,75 o quilo. “É barato, há 11 anos a banana está o mesmo preço no mercado”, aponta.
Benefícios
Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a cultura da banana ocupa o segundo lugar em volume de frutas produzidas no Brasil e a terceira posição em área colhida. E entre as frutas mais consumidas nos domicílios das principais regiões metropolitanas do país, a banana só é superada pela laranja. Consumida em todas as camadas da população, a banana se faz presente na mesa dos brasileiros como um alimento, não apenas como sobremesa.
Considerada como fruta de preferência popular e como a mais importante fruta tropical, a banana apresenta alto valor nutritivo. “É um alimento energético, rico em carbohidratos, sais minerais, como sódio, magnésio, fósforo e, especialmente, potássio. Apresenta predominância de vitamina A e C, contendo também as vitaminas B1, B2 e B6, contém pouca proteína e gordura”, aponta a nutricionista Silvia Letícia Alexius, responsável pela merenda das escolas do município de Medianeira.
Empregos
No Brasil, o setor gera mais de 500.000 empregos diretos. Segundo dados do IBGE, no ano de 2001, a cultura foi a segunda mais produzida, ficando atrás somente da laranja. Apresentou uma área colhida de 510.313 ha, com uma produção de 6.177.293 toneladas de frutos, o que correspondeu a um volume de negócios superior a 1 bilhão e oitocentos milhões de reais no mesmo ano.
Variedades
Existem quatro tipos principais de variedades de banana: banana prata, banana-maça, caturra ou banana-d´água e a banana-terra.
  • criado por  ivanirgebert criado por ivanirgebert
  • Postado em 21:39:06